domingo, 18 de janeiro de 2009

A nossa vida toda ela é uma estrada, em que todos os dias temos que caminhar e ver como muita atenção aquilo que nos rodeia pois um dia pode ser tarde de mais ....as pessoas não são eternas, nada é eterno,
Pois afinal quem tem sete vidas são os gatos e não as pessoas
Já como Fernando Pessoa diz num dos seus poemas deveríamos ser como os deuses
A vida é tal como uma estrada encontramos por vezes obstáculos com os quais temos que lidar e saber resolver
Tal como numa estrada podemos encontrar paisagens magnificas e outras de pura destruição também na vida temos coisas de que gostamos mais e outras que gostamos menos
Por vezes também somos obrigados a fazer desvios e a desistir daquilo que achamos que deveria ser o melhor para nós mesmos,

Os sonhos tornam-se escassos e vivemos com o objectivo mais próximo da realidade que se pode tornar verdade
Os sonhos de infância ao mesmo tempo que crescemos ficam na memória, mas nunca os tornamos realidade
pois a maior parte das pessoas não têm como os concretizar
Por isso digo que não devemos deixar de sonhar e tentar realizar tudo o que sonhamos pois um dia mais tarde podemos sentirmo-nos frustrados por não o termos feito
Há sonhos que com a idade vão se afundando na nossa mente, mas ao mesmo tempo que estes se apagam (mas não para sempre), vêm outros cheios de magia e luz,
Ao longo da nossa chamada VIDA encontramos obstáculos que nos vão fazer com que cometamos deslizes e cair de uma altura muito grande,
No entanto quando encontrarmo-nos no chão devemos levantarmo-nos e estender as mãos pois não seremos os únicos caídos nessa estrada,
E portanto devemos dar força aos outros mas também devemo-nos lembrar que nada é mais forte do que a nossa alma.
Por outro lado não nos devemos esquecer que não somos imortais e as incertezas são as nossas piores inimigas
portanto devemos considerar que a vida é um caminho, uma estrada cheia de esperança, felicidade, tristeza, desespero, mas também ela nos pode oferecer coisas como a força de vontade, a alegria e o prazer de sermos nós próprios a obter as nossas próprias
vitorias e derrotas,
Isto porque aprendemos mais a errar do que a acerta, visto que a acertar só estamos a confirmar o que já sabíamos.

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